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Evitando a arritmia

Você já ouviu falar em fibrilação atrial?


Evitando a arritmia

A fibrilação atrial, um tipo de arritmia cardíaca é um dos problemas cardíacos mais comuns no mundo contemporâneo, sempre deixando os médicos em alerta e os pacientes muito preocupados.

“O coração tem um ritmo normal que é chamado de ritmo sinusal. Arritmia é quando perdemos esse ritmo. Elas ainda podem ser divididas em bradiarritimias (frequência cardíaca abaixo de 50 batimentos por minuto), taquiarritmias (frequência cardíaca acima de 100 batimentos por minuto) e arritmias com resposta adequada (frequência cardíaca entre 50 a 100 batimentos por minuto)”, explica Roberto Moretti Secomandi, cardiologista na On – Centro Integrado de Evolução Corporal.

Arritmia pode ser sinal de problemas graves de saúde

Quando as batidas do coração estão descompassadas, é preciso procurar o médico que irá pedir exames clínicos e, se for necessário, recomendará a utilização de um holter por 24 horas para obter um quadro mais completo.

“Mesmo a curto prazo a arritmia pode levar a síncopes. A médio prazo, ela pode levar a um acidente vascular cerebral (AVC). E a longo prazo, a uma disfunção cardíaca chamada taquicardiomiopatia. Mas temos sempre que lembrar que o pior evento das arritmias é a morte súbita”, diz o cardiologista.

Vários fatores podem levar a arritmias, como:

Estresse emocional;

• Consumo de drogas;

• Doenças da tireoide e até condições mais graves, como a doença arterial coronariana.

Toda a arritmia deve ter sua causa investigada, pois mesmo uma arritmia deflagrada por estresse emocional pode ser grave, alerta o médico.

“A alimentação saudável evita algumas situações que podem levar a arritmias cardíacas. A prática esportiva ajuda muito, pois evita a progressão de doenças cardiovasculares e auxilia no próprio controle da frequência cardíaca por meio do sistema nervoso parassimpático”, orienta Secomandi.

Arritmia

Foto: Illus_man/ Shutterstock

Pessoas mais velhas correm o risco de fibrilação

A fibrilação atrial ocorre em sua grande maioria em pessoas idosas, acima de 65 anos. Doenças coronarianas e pressão arterial alta também são fatores de risco.

O maior perigo deste tipo de arritmia é o AVC, que pode ser fatal. Portanto, não negligencie sua saúde: faça um check-up com um cardiologista ao menos uma vez por ano.

Ela provoca batimentos acelerados, bem acima do normal e irregulares nas pessoas afetadas por este problema. Normalmente o átrio, que é uma das cavidades do coração, bate de 60 a 100 vezes por minuto. Na arritmia, esses batimentos podem chegar a 600 vezes por minuto.

No entanto, são contrações curtas e ineficazes, que não conseguem manter o ritmo adequado para manter a “bomba” do coração em plena atividade.

“A atividade física é uma importante ferramenta no tratamento de na reabilitação dos doentes cardiovasculares e deve ser levada a sério como uma medicação que tem posologia. Deve ser diária. Porém é preciso ser avaliado previamente por um cardiologista para ter uma orientação quanto a limitação física e praticar sempre com um médico do esporte”, afirma Secomandi.

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