Estudo alertou sobre os perigo que a tensão profissional ocasiona
Um grande e longo estudo realizado em quatro países faz um alerta a homens que exercem um trabalho estressante. O risco de morte prematura para eles é maior se forem portadores de doenças coronarianas, diabetes ou já tiverem sofrido derrames.
O estudo analisou a vida de mais de 100 mil homens e mulheres que sofriam destes problemas de saúde e também os que não sofriam na Finlândia, Suécia, França e Reino Unido por 14 anos. Nas mulheres, o estresse não foi associado à morte prematura, mas nos homens foi constado um risco para os cardiopatas que exercem atividades profissionais estressantes.
Foram estabelecidos pelos pesquisadores dois tipos de estresse relacionados ao trabalho: sofrer situações de pressão e não ter controle sobre elas. E não ser recompensado pelo esforço desenvolvido no trabalho, ou seja, não ter reconhecimento da atividade executada ou não ter recompensa financeira adequada.
Homens que enfrentavam essas situações de estresse sofreram chance 68% de risco de morte prematura do que aqueles com uma profissão mais tranquila.
Os autores do estudo recomendaram a pacientes nessas condições que procurem alternativas para combater o estresse, que incluem desde redução de horas trabalhadas a uma mudança de atividade profissional ou de emprego.
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