Isso porque gestantes que consomem álcool põe em risco o desenvolvimento do bebê
É o que recomenda o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. O cuidado se justifica pelo fato de cerca de 3,3 milhões de mulheres entre 15 e 44 anos exporem os filhos a distúrbios relacionados ao álcool ao longo de suas vidas.
Grávidas que consomem álcool durante o período gestacional põem em risco o desenvolvimento físico, mental e comportamental de seus bebês. A única maneira de evitar o risco é a total abstinência.
Embora a recomendação tenha gerado protestos nas redes sociais, o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas aprovou a orientação. O álcool tem livre passagem pela placenta, portanto, pelo feto. Como o fígado do bebê está se formando, o álcool permanece por mais tempo no organismo dele do que no da mãe. Por essa razão os prejuízos para o feto são maiores.
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