E maiores chances de se recuperar das sequelas provocadas por doenças degenerativas
Várias pesquisas divulgadas em Congressos de Cardiologia e Geriatria são unânimes em fazer uma constatação surpreendente: um idoso de 60 anos, que é fisicamente ativo, tem capacidade física de um jovem de 20 anos ou menos.
Sem falar que são menores as chances de contrair sequelas provenientes de doenças degenerativas que porventura venham a contrair. As chances de recuperação também são maiores do que as de idosos sedentários.
O problema é que, segundo alerta emitido pela British Heart Foudation, o número de pessoas ativas é bem abaixo do que o esperado, apesar dos conhecidos benefícios que a atividade física traz à saúde.
Ainda assim ninguém deve iniciar um programa de exercícios sem se submeter a uma avaliação médica. Nela, o iniciante terá orientação sobre seu estado de saúde e se há algum impedimento para realização da atividade física desejada. O estado de saúde, medicação utilizada pelo idoso e as condições ambientais (clima muito frio ou muito quente), podem causar riscos aos idosos.
Iniciar um programa de exercícios sobre a orientação de um profissional de educação física também é recomendado.
Estudos recentes, realizados pela Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, apontaram que a prática de atividade física pode aumentar em até cinco anos a expectativa de vida dos idosos.
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