Variações hormonais e emocionais podem alterar a qualidade dos treinos
Quando entra no período menstrual, a mulher sofre uma alteração em seu metabolismo, necessitando de uma adaptação nas atividades físicas que esteja realizando. Não é algo fácil de conseguir, devido às diferenças dos sintomas sentidos por cada mulher.
Os hormônios apresentam complexas variações que afetam o desempenho da mulher ao praticar atividade física. Em 2014, um estudo avaliou a forma com que as frequências semanais interferem na fase menstrual. Foram observadas 14 participantes durante 12 semanas. Dependendo da fase menstrual, elas treinavam 1 a 3 dias por semana. Observou-se um aumento de força de 19% na fase folicular, que se inicia no primeiro dia da menstruação e dura uma média de 12 dias. E 14% na fase lútea, que dura uma média de 10 dias e prepara o útero para uma nova menstruação.
Outro estudo, de 2013, em que participaram 9 mulheres que treinaram 3 vezes por semana durantes dois meses. Após o experimento foi realizado um teste de força máxima em diferentes períodos, constatando um aumento de 25% de força na fase lútea, em comparação as outras fases. Tanto nesta fase, como na folicular, podem ser realizados treinos mais intensos. Já na fase ovulatória, o ideal é reduzir a intensidade.
Deve-se levar em conta os fatores psicológicos que também se alteram durante o ciclo menstrual e buscar saídas para que nada altere a qualidade dos treinos.
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