Cientistas estimam que mais de 90% das pessoas sofra com dor de cabeça. Veja algumas opções para tratar esse mal
Foto: © Gpoint Studio via Canva.com
Ela é mais comum do que se pensa. Milhões de pessoas, como você, sofrem desse mal. Os especialistas afirmam que a dor de cabeça atinge 90% das pessoas, em maior ou menor grau. A boa notícia é que já existem drogas e tratamentos alternativos que prometem curar ou aliviar o sofrimento de quem sofre desse mal…
A dor de cabeça, ou cefaleia, é um distúrbio de causas e características diversas. De todas, nenhuma é capaz de castigar tanto quanto a enxaqueca. São 900 milhões de vitimas no mundo.
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Habitualmente, as características d tornam fácil a identificação. Em aproximadamente 20% dos indivíduos, cerca de 10 a 30 minutos antes do início da cefaléia (período denominado período prodrômico), ocorrem sintomas de depressão, irritabilidade, agitação, náusea, ou perda de apetite.
Geralmente esses sintomas desaparecem assim que a cefaléia começa a emitir sinais de dor, podendo, no entanto, acontecer simultaneamente.
Não faz muito tempo, a medicina oferecia apenas analgésicos fortes às vítimas desse mal. O problema é que esses medicamentos podem levar à dependência química ou produzir um efeito colateral, quando consumidos rotineiramente.
Como a cefaleia e os principais sintomas da enxaqueca só ocorrem após a dilatação da artéria contraída, o chamado período prodrômico representa uma janela de advertência, durante a qual os medicamentos podem prevenir a instalação da dor.
O mais comumente usado é a ergotamina (um vasoconstritor), que provoca a constrição dos vasos sanguíneos e consequentemente, evita que eles dilatem e provoquem dor.
Então, lembre-se: fique atento aos sinais e combata a dor de cabeça antes de ela se instalar.
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