Baseada em frutas, vegetais, grãos integrais, azeite e proteína magra como frango ou peixe, a dieta mediterrânea reduz o peso corporal e diminui o risco de doenças cardíacas.
Em um estudo separou-se 7.447 adultos de meia e de terceira idade com risco de doenças cardiovasculares em três grupos para seguir opções da dieta:
A princípio, os homens de 55 e 80 anos eram portadores de diabetes, hipertensão, colesterol alto ou eram fumantes.
Não houve orientação a nenhum dos participantes para reduzir as calorias ou praticar atividade física durante o período do estudo.
Cinco anos depois, todos apresentaram um leve emagrecimento, mas os dois grupos que consumiram azeite e castanhas, (a dieta mediterrânea), conseguiram maior redução de peso. Enquanto quem seguiu a dieta suplementada com azeite perdeu, em média, 430 gramas a mais do que quem seguiu a dieta de baixo consumo de gordura. E os que fizeram a dieta mediterrânea com castanhas, a média da perda de peso foi de 80 gramas a mais dos que fizeram a dieta de baixo consumo de gordura.
A indicação é que não corte só gorduras e calorias da dieta. Ainda mais porque dietas com redução de farinha, grãos refinados e açúcares são tão eficientes a longo prazo quanto as que reduzem gordura. Portanto, podemos entender que a dieta mediterrânea realmente é uma excelente opção de emagrecimento.
Gostou do conteúdo?
Então confira estes aqui!
9 dicas para tornar suas refeições mais saudáveis na quarentena
Saiba o que é preciso para evitar problemas durante a gravidez
Sentir tonturas pode ser um dos sintomas da chegada da menopausa
Conheça alguns procedimentos para sair da inércia e movimentar o corpo
Este problema é muito comum entre gestantes e mulheres na menopausa
Descubra como não deixar para depois tudo o que se tem de fazer
Aprenda como cuidar da alimentação e do corpo para brincar o carnaval